Política de PLD/KYC
Última atualização: 10 de outubro de 2026
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Resumo público da política de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo (PLD/FT) e de verificação de identidade (KYC) da SigiloPay.
1. Compromisso
A SigiloPay não aceita ser usada para lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo, fraude, golpes ou evasão de sanções. Esta política vale para todos os serviços do site.
2. Modelo sem custódia
A SigiloPay não guarda fundos de clientes. Cada operação é executada por um parceiro (lista em Sobre a SigiloPay), que recebe o pagamento e mantém o próprio programa de PLD/FT e de KYC.
3. Verificação de identidade (KYC)
A verificação de identidade é feita pelo parceiro que executa a operação, pelas regras dele. Os níveis de verificação, os documentos pedidos e os limites de cada nível são definidos pelo parceiro.
A SigiloPay nunca ajuda a contornar essas regras. É proibido dividir uma operação para ficar abaixo de um limite, usar dados de outra pessoa ou operar para terceiros sem que eles saibam.
Regra de encaminhamento: quando o valor passa do limite de verificação simplificada de um parceiro, a SigiloPay só oferece parceiros que fazem a verificação completa.
4. Limites
Operações sem verificação de identidade feita pela SigiloPay têm limite de R$ 1.000,00 por dia para cada visitante, somando todas as operações do dia. Há também um teto diário para o total de visitantes sem verificação. Acima disso, a operação é recusada.
Na compra e venda com parceiro regulado, valem os limites do parceiro, que faz a verificação.
O limite é aplicado de forma automática. Se você discordar de uma recusa, peça revisão pelo e-mail info@sigilopay.io.
5. Monitoramento
No modelo sem custódia, documentos e pagamentos ficam com os parceiros. A SigiloPay vê poucos dados: valores, moedas, carteiras de destino, horários e a frequência de uso do site.
Nas trocas e nos gift cards, que são os serviços no ar, os controles automáticos são o limite diário por visitante e o teto diário do total de visitantes (seção 4), além do monitoramento que cada parceiro faz nas operações dele.
As regras que comparam documentos, nomes e carteiras (operações fracionadas, frequência fora do comum, o mesmo documento com nomes diferentes e a mesma carteira ligada a pessoas diferentes) só funcionam em pedidos com documento informado. A troca e o gift card não pedem documento, então essas regras não se aplicam a eles.
Cada alerta é analisado por uma pessoa, e a decisão fica numa trilha de auditoria encadeada por hash, em que qualquer edição fica evidente.
6. Sanções
Não pode usar o site quem está em listas de sanções da ONU, da OFAC (Estados Unidos), da União Europeia ou do Reino Unido, nem quem está em país ou região sob sanções amplas. Os parceiros checam sanções nas operações deles, e a SigiloPay recusa a operação quando souber de vínculo com sanções.
7. Recusa e cooperação
A SigiloPay pode recusar ou cancelar uma operação ainda não executada, encerrar o atendimento e avisar o parceiro quando houver indício de uso ilícito. Quando aplicável, comunica operações suspeitas ao COAF (Lei 9.613/1998) e atende pedidos de autoridades. A SigiloPay não avisa o cliente sobre essas comunicações.
8. Registros
Os registros das operações, dos alertas e das análises ficam guardados por 5 anos.
9. Responsável e revisão
O responsável por esta política é o sócio administrador da empresa que opera a SigiloPay. A política é revista pelo menos uma vez por ano e sempre que a lei, os serviços ou os parceiros mudarem.
10. Denúncias e contato
Para relatar suspeita de fraude, golpe ou uso ilícito, ou para pedidos de autoridades: info@sigilopay.io.
